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5 dicas para desenvolver um plano de estudos e aproveitar ao máximo o ensino médio

Em um mundo em que somos bombardeados a todo instante por notificações no celular e vídeos na internet, dedicar tempo e atenção para estudar em casa, longe da sala de aula, pode ser uma tarefa árdua. Momentos de preguiça, ansiedade, falta de tempo e de disciplina são inimigos comuns de muitos alunos do ensino médio que precisam lidar com a pressão não só das notas no colégio, mas de começar a se preparar para encarar o Enem e outros vestibulares.

Para alcançar o seu objetivo, desenvolver um plano de estudos será um passo importante desde o primeiro ano do ensino médio. Se você já passa algumas boas horas por dia no colégio, sabe que é preciso disciplina e dedicação para seguir estudando em casa a fim de complementar e reforçar na memória aquilo que você aprendeu com os seus professores. E o plano de estudos vem justamente para isso: ajudar você a organizar o seu tempo e criar uma rotina diária de aprendizado.

 

Algumas estratégias que irão ajudá-lo a elaborar um plano de estudos eficaz

 

Para conseguir um bom resultado nos seus estudos – isso você já aprendeu no ensino fundamental –, é preciso organização de tempo e dedicação para o aprendizado em casa. Nesse sentido, um plano de estudos pode ser um importante aliado.

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Confira agora cinco dicas importantes para que você consiga desenvolver plano de estudos eficaz no ensino médio:

1. Coloque seu plano de estudos no papel e controle os seus horários

A tarefa pode parecer um pouco burocrática, mas é um começo necessário. Crie uma tabela no Excel (ou utilize um outro programa gratuito, como o Planilhas Google) e coloque ali todas as suas atividades do dia, desde o momento em que você acorda até quando vai dormir.

Uma boa sugestão de organização é que na primeira coluna você coloque a hora do dia (com uma linha para as 7h, outra para as 8h, uma para as 9h e assim por diante) e nas colunas seguintes os dias da semana – incluindo o sábado e o domingo.

Depois de colocar nessa planilha as horas passadas no colégio e em outros compromissos, como cursos de idiomas e estágios, por exemplo, vai ficar mais fácil observar os momentos em que você tiver horas vagas para estudar em casa em cada dia da semana.

Vale lembrar que não há uma quantidade mínima ou ideal de horas para estudar, já que isso varia de aluno para aluno e depende também dos seus outros compromissos diários. O importante de um plano de estudos é que você crie metas diárias que sejam factíveis e que não gerem frustração ou muito cansaço, afinal, o objetivo de estudar em casa não pode prejudicar as suas aulas no dia seguinte.

O essencial é aproveitar bem o tempo disponível e também encontrar, por meio desse plano de estudos, intervalos menores de tempo que podem ser aproveitados e outros momentos que podem ser melhor utilizados. Seja sincero consigo mesmo: quanto tempo você passa por dia “zapeando” nas redes sociais? Todo esse tempo é mesmo necessário? Que tal usar aqueles quinze minutos que você passa no ônibus, voltando da aula de inglês, para revisar um tema assistindo a um vídeo no YouTube? Otimize o seu tempo!

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2. Organize seu plano de estudos com disciplinas e atividades

Após criar a planilha com seu plano de estudos e prever ali as horas que serão dedicadas para o seu aprendizado, será essencial ir mais longe e detalhar exatamente o que e como você vai estudar nesses momentos.

Assim, inclua em cada campo dedicado aos estudos quais disciplinas você vai priorizar naquele dia e também já estipule de que forma você irá estudar: fazendo exercícios, lendo textos no livro didático, assistindo a vídeos no YouTube ou ouvindo podcasts, por exemplo.

Antecipar esse planejamento é bom porque se você for parar todos os dias, apenas na hora dos estudos, para fazer essa organização, você vai perder um tempo importante e pode deixar algo de fora sem ter o “quadro completo” dos estudos na sua frente. Quando você antecipa esse processo e coloca tudo organizado na planilha, fica mais fácil identificar alguma parte importante dos seus estudos que ficou de fora e que precisa ser incluída.

3. Priorize no seu plano de estudos as disciplinas mais difíceis

É fácil para qualquer um cair na armadilha de ir deixando de lado ou empurrando pro fim da semana aquelas disciplinas das quais não gosta tanto, justamente porque tem mais dificuldade, mas o recomendado é fazer justamente o contrário disso.

Priorize no seu plano de estudos essas matérias mais difíceis, separando para elas os horários do dia em que você está mais disposto. Elas devem estar nos primeiros dias da semana, afinal, é normal o cansaço aumentar conforme vamos chegando ao tão esperado fim de semana.

Por outro lado, nos horários em que você está menos disposto, como no período noite, antes de dormir, coloque as disciplinas com as quais você tem mais facilidade e que não exigem tanta dedicação e concentração.

4. Leve seu plano de estudos a sério e fuja de distrações

O plano de estudos é uma espécie de pacto que você faz consigo mesmo. Com ele, você vai decidir que, naquelas próximas horas e dias, estudar será a sua prioridade máxima. Assim, para que o seu plano de estudos funcione, será importante você deixar o celular de lado e encontrar um local confortável e silencioso para que você possa se dedicar aos seus afazeres.

Se você tem o hábito de estudar no computador, uma saída para evitar ficar espiando outros sites e redes sociais é baixar plugins que monitoram e controlam esses acessos. O Google Chrome, por exemplo, tem uma extensão chamada StayFocusd que limita o tempo que você pode passar em certos sites, bastando configurar o máximo de tempo que essas páginas poderão ficar abertas durante o dia. Passado esse tempo, o acesso fica bloqueado. Essa pode ser uma ferramenta interessante para você controlar o seu tempo em sites que realmente não lhe ajudam nos estudos.

Outra saída é recorrer à famosa técnica de Pomodoro, bastante utilizada por profissionais com dificuldade de atenção. Você estipula a tarefa que vai fazer pelos próximos vinte minutos – ou qualquer outra duração de tempo que seja relativamente curta – e ajusta um cronômetro para esse tempo.

Assim que o cronômetro começa a rodar, você foca na tarefa, sem interrupções, até o alarme soar. Depois de a tarefa ter sido realizada, tire três a cinco minutos de descanso e passe para a próxima atividade, repetindo o mesmo procedimento. Quando chegar à quinta contagem, você poderá fazer um intervalo mais longo, de meia hora. E aí, zerar as contagens e começar tudo outra vez.

5. Coloque no seu plano de estudos períodos para revisões

Quem já teve que partir pra “decoreba” para se dar bem na prova do dia seguinte sabe como é: decorar o conteúdo pode até ajudar a manter ele fresco por algumas horas, mas depois de um tempo a sensação é que tudo se apagou da memória.

Isso acontece porque, segundo várias pesquisas comprovam, o nosso cérebro trabalha de uma maneira em que é preciso voltar periodicamente ao mesmo tema estudado para que ele permaneça por mais tempo em nossa cabeça.

O psicólogo alemão Hermann Ebbinghaus foi um dos pioneiros em pesquisas da memória e comprovou que as informações que adquirimos em um determinado momento começam a ser esquecidas em 24 horas – segundo ele, entre 50% e 80% do que foi estudado se perde nesse primeiro momento.

Por isso, o ideal é que você se planeje para fazer uma primeira revisão sobre o tema que está estudando já no dia seguinte. Uma segunda revisão pode ser feita alguns dias depois, mas ainda na mesma semana. Depois, é possível voltar ao mesmo tema um mês depois e então planejar intervalos maiores entre essas revisões.

Isso garante, ao fim desse processo e de toda a organização, que as horas dedicadas aos estudos não sejam desperdiçadas. Algo bastante importante, principalmente para quem vai fazer o Enem ou outros vestibulares no final do ano.

 

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