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Intercâmbio: o que preciso para fazer?

Quem nunca soube de uma história de um amigo que fez intercâmbio. Ou um colega de trabalho que estudou um período fora do país. Ou ainda, alguém da família que passou três meses no exterior para voltar fluente em inglês. São muitos os exemplos de gente que opta por essa enriquecedora experiência para a carreira. A boa notícia é que fazer um intercâmbio está mais acessível do que nunca, inclusive, para você.

Há modalidades de estudos no exterior para quem ainda está no ensino médio, para universitários, ou ainda para quem faz vestibular.

São inúmeros programas e opções para quem quer fazer um intercâmbio. Da mesma forma, são vários os momentos e razões quem podem levar você a estudar fora do Brasil. Neste post vamos dizer para você se vale a pena para a carreira fazer intercâmbio. Além disso, quais os países mais procurados e quanto custa.

Fazer intercâmbio vale a pena?

Antes de começar a falar das modalidades de intercâmbio, é interessante você conhecer as vantagens de estudar em outro país. Nesse sentido, o principal ponto diz respeito à prática de um outro idioma. Isso porque viver um tempo fora do Brasil, mesmo que por um curto período, ajuda e muito pegar a prática de uma outra língua. Você vai se ver obrigado a falar inglês, por exemplo, se estiver nos Estados Unidos ou Inglaterra. Ou espanhol, se estiver na Espanha ou em algum país latino. Praticamente, vai forçar seu cérebro a pensar no idioma nativo. Legal, não?

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Outra vantagem do intercâmbio que pode ajudar na sua carreira é a própria formação em uma instituição internacional. Imagina voltar para o Brasil com um diploma de um curso na Europa? Esse tipo de experiência ajuda a deixar o seu currículo diferenciado no mercado. Em uma entrevista de emprego, citar uma experiência bem sucedida fora do país conta muitos pontos com o recrutador.

Aprender outra cultura é tudo de bom

Por fim, fazer uma faculdade no exterior ou um curso fora do país fará você ter mais independência. Geralmente, as pessoas passam a morar sozinhas. Com isso, além de estudar, precisam cuidar de todas as tarefas de casa. Isso pode dar um pouco de trabalho. Por outro lado, representa um crescimento pessoal além do profissional.

Se você não curte morar sozinho, há também programas para se hospedar em casas de famílias. Não podemos esquecer também do ganho cultural para sua vida. No intercâmbio, você aprenderá hábitos de um mundo totalmente novo!

Qual é a melhor época da vida para fazer intercâmbio?

Essa é uma pergunta fácil de responder. Como já adiantamos mais acima, há vários momentos da sua vida indicados para estudar fora do país.

Durante o Ensino Médio

Você já deve ter ouvido falar em work experience. Nada mais é do que a experiência de trabalhar por um período fora do país. Essa é uma das opções para quem deseja fazer um intercâmbio ainda no ensino médio. O work experience geralmente é realizado durante as férias escolares. Nesse caso, há agências de intercâmbio que vendem pacotes com variedade de opções.

No work experience, você pode trabalhar, por exemplo, em uma estação de ski nos Estados Unidos. Ou ainda em uma empresa de esportes radicais na Austrália. Depois dessa experiência, você voltará com alguma fluência no idioma local. Mas o interessante dessa proposta é o seguinte: o trabalho é remunerado. Ou seja, o investimento no programa pode ser até recuperado totalmente. Afinal, você receberá em dólar ou em euro pelo trabalho fora do país.

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High School

Essa opção é mais avançada. É voltada para estudantes de 14 a 17 anos, preferencialmente que já falam outro idioma, para cursar o ensino médio no exterior.  Nesse caso, é possível cursar todo o ensino médio ou um ano em uma escola fora do país.

Esse período contará para a sua formação na volta ao Brasil. Essa é uma experiência bem interessante, porém, que exige um pouco mais de investimento.

Na faculdade

Para você que já está fazendo um curso de graduação, são muitas as oportunidades. É comum universidades terem setores exclusivos para tratar de intercâmbio a seus alunos. Isso porque as instituições, com mais frequência as públicas, costumam fazer convênios com universidades estrangeiras.

A partir dessas parcerias, você pode fazer um curso “sanduíche”, ou seja, cumprir uma ou duas fases em em uma universidade fora do país. E o melhor, por meio de bolsas que custeiam a viagem e a estadia naquele país.

Nesse caso, a dica é ficar atento aos editais para seleção de alunos com interesse em intercâmbios. Para as bolsas, as vagas são limitadas. As universidades mais procuradas dependem muito da área do conhecimento do seu curso. No entanto, podemos destacar as universidades americanas, as inglesas, as espanholas, as francesas e as alemãs.

Depois da universidade

Sabe aquele sentimento de “me formei, e agora?”. Muitas pessoas recém-formadas em cursos de graduação têm dificuldade em conseguir uma vaga no mercado de trabalho.

Isso porque falta experiência ou ainda conhecimentos em uma língua estrangeira, entre outros motivos. Pode ser uma boa hora para fazer um intercâmbio para fora do país.

As agências de intercâmbio oferecem programas “estude e trabalhe” no exterior, por um período de tempo. Basta escolher o país que mais se encaixa no seu perfil e também o quanto você deseja investir no projeto.

Você pode optar também por apenas fazer um curso de idiomas no exterior. Ou ainda um curso de capacitação na sua área, caso você já tenha algum domínio na língua daquele país.

Au pair

O Au pair é uma modalidade bem interessante de intercâmbio. É voltado para meninas entre 18 e 26 anos que se interessam em trabalhar como cuidadoras de crianças em casas de família.

Portanto, se você leva jeito com crianças e curte ser uma espécie de irmã mais velha, o Au Pair foi feito para você. Nos Estados Unidos, a remuneração por esse tipo de serviço é semanal, em torno de US$ 200. Já na Europa, as bolsas podem chegar a € 380 por mês.

Com esses valores, você cobre os custos do programa e ainda volta com algum dinheiro no bolso. E o melhor: aprende um outro idioma facilmente. O Au pair também pode ser contratado em agências de intercâmbio.

Como funciona

A família paga o salário e garante casa e comida para a babá. Nos Estados Unidos, a au pair trabalha até 45 horas semanais (mas nunca mais do que 10 horas por dia), tem um dia e meio de folga por semana e um fim de semana livre por mês. Também tem direito a 15 dias de férias remuneradas.

Depois de um ano de programa, a intercambista ganha mais um mês para ficar no país e, aí, pode aproveitar para viajar. Estudar é obrigatório: para isso, a au pair recebe uma bolsa de US$ 500 dólares da família. Dá para fazer um curso de inglês ou uma disciplina de seu interesse em algum college local. Na Europa, a carga horária semanal de trabalho é de 30 horas, na Alemanha, e 35 horas, na França, e não deve exceder 6 horas por dia.

Decidi fazer intercâmbio, e agora?

Não tenha dúvidas que o intercâmbio é um diferencial muito grande para a sua carreira. No entanto, antes de decidir por esse projeto, é preciso verificar se você está apto. Sim, é preciso ter a documentação pessoal em dia. Principalmente, o seu passaporte. Esse documento é obrigatório para viagens no exterior. Para brasileiros, o passaporte só não é exigido para entrar na Argentina, no Paraguai, no Uruguai e no Chile.

Para fazer o passaporte, é preciso acessar o site da Polícia Federal. Outro documento que poderá ser necessário é o visto. Para entrar em alguns países, como nos Estados Unidos, mesmo que para estudar, é preciso de um visto específico no seu passaporte. Procure alguma agência de viagem para se informar melhor sobre o assunto.

Decidiu fazer intercâmbio? Procure uma agência da sua confiança. Por outro lado, se você é universitário, procure o setor responsável por intercâmbios na sua faculdade. Não deixe passar essa oportunidade!

Veja também o nosso artigo sobre como conseguir uma bolsa de estudos no exterior e quais os melhores cursos para quem pretende trabalhar fora do país.

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