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Medicina do futuro

Medicina do futuro: veja quais as mudanças previstas para a profissão

Os avanços nas mais diversas áreas da tecnologia obrigado as profissões a se reinventarem. E isso não é diferente com a medicina. Se você está pensando em estudar para passar em um curso de medicina, terá que lidar com um novo vocabulário da medicina do futuro. Estamos falando de telemedicina, inteligência artificial, medicina 4P e até nanorrobôs. De fato, é importante que você entenda os conceitos básicos da profissão para atuar nessa área. No entanto, o futuro médico deve estar antenado na medicina do futuro. Ou seja, situações como cirurgias com robôs se tornaram cada vez mais comuns. Ou ainda consultas médicas a distância. Em outras palavras, nesse futuro que já está aí, nunca se deu tanta ênfase à medicina preventiva. Neste post, vamos abordar com mais detalhes conceitos acerca da medicina do futuro e como a tecnologia está mudando essa área. Se você não quer ficar para trás, atente-se para esse artigo!

A medicina do futuro

Nos últimos anos, os cuidados com a saúde dos pacientes estão sendo drasticamente revolucionados pela tecnologia na área médica. Em outras palavras, já fazem parte do trabalho dos médicos a inteligência artificial, a telemedicina e até a internet das coisas. Na verdade, a medicina do futuro já está presente em muitas situações na área médica. Um exemplo é o monitoramento remoto dos pacientes. Ou seja, por meio da tecnologia, é possível acompanhar a saúde das pessoas em tempo real. Além disso, está cada vez mais comum o autodiagóstico. De porte de um relógio ou pulseira, as pessoas conseguem coletar informações sobre o nível de diabetes, por exemplo, com ajuda de sensores dentro da pele, ou o batimento cardíaco. Desse modo, as informações seguem direto para um prontuário eletrônico online, visível pelo médico. A partir desses dados, entra em cena a inteligência artificial, que ajuda o médico a reconhecer alterações clínicas dos pacientes, e ainda sugerir tipos de tratamento. Com essa big data formada com informações dos pacientes, é possível ter mais precisão no diagnóstico das doenças, reduzindo as chances de erro. Estamos falando aí da medicina preditiva. Em outras palavras, são os métodos para saber quais doenças certa pessoa tem predisposição de contrair. Então, ao invés de curá-la, a medicina do futuro atacará as causas das doenças. A seguir, vamos detalhar alguns dos avanços mais conhecidos.

O que significa medicina 4P

A Sociedade Europeia de Medicina Preventiva criou o conceito da Medicina 4P – Prevenção, Predição, Participação e Personalização. Em outras palavras, o foco aqui é evitar que o paciente fique doente (prevenção), além de prever qual doença ele pode ser acometido (predição). É aí que entra a tecnologia, no fornecimento de dados para facilitar os dois primeiros “Ps”. Com isso, sobrará mais tempo para o médico estabelecer uma conexão mais humana com os pacientes (participação). Sendo assim, resultará em um atendimento mais individual (personalização). Ou seja, quando antes o médico levava mais tempo para examinar o paciente para descobrir a doença, agora essa etapa é suprida pela tecnologia. Forma-se aí uma medicina com foco na qualidade de vida dos pacientes, muito também pelo estímulo às atividades físicas e hábitos saudáveis. Isso não quer dizer que as máquinas estão substituindo os médicos. Pelo contrário, a tecnologia atua como um suporte fundamental para o trabalho do médico.

A medicina integrada

Outro conceito muito atual é a medicina integrada, que nada mais é do que a união dos conhecimentos praticados no oriente e no ocidente. Em outras palavras, enquanto no ocidente o foco sempre foi o diagnóstico e tratamento, no oriente é a prevenção das doenças. Nesse sentido, a abordagem médica terá mais caráter preventivo do que curativo. Como falamos acima, essa prevenção ocorre com mudanças nos hábitos de vida das pessoas, como praticar atividades físicas, ler mais, exercitar também o cérebro.

Inteligência artificial na medicina

Imagine toda essa tecnologia traduzida em modernos assessórios que captam os sinais do corpo das pessoas. Todas essas informações são levadas um grande banco de dados pessoal. A partir dessa infinidade de informações individualizadas, a inteligência artificial consegue aprender e ajudar no cuidado das pessoas. Pelo celular, por exemplo, as pessoas podem baixar aplicativos que dão um alerta do horário de tomar um remédio. Ou, ainda, de praticar o exercício físico. Há aplicativos também de controle da alimentação para ajudar em dietas. A inteligência artificial permitirá à medicina do futuro até o diagnóstico mais preciso de doenças. Por meio de algoritmos, será possível identificar um câncer com tamanha precisão quanto a análise de um dermatologista. É claro que, nesse caso, um diagnóstico não elimina o outro. Leia mais: 10 cursos para quem gosta de tecnologia

A telemedicina

As possibilidades na área médica com a inserção da internet são inúmeras. Uma delas é a telemedicina, que é o uso da tecnologia da informação e comunicação para obter opiniões acerca de um diagnóstico ou até emitir laudos à quilômetros de distância do paciente. Isso já existia há pouco tempo. Ou seja, os médicos já se comunicavam entre eles por meio do telégrafo, por exemplo, onde podiam trocar informações sobre exames de um paciente. Agora, com a internet, os dados do paciente são armazenados na nuvem da internet, para acesso a qualquer hora e local, em qualquer dispositivo com acesso à rede. Com isso, é possível emitir laudos a distância. A ideia é que esse prontuário do paciente, com todo o seu histórico, esteja disponível para consulta online e seja alimentado a cada novo procedimento.

Internet das coisas (IoT) na medicina

A internet das coisas é quando se faz a ligação de cada vez mais dispositivos com a rede mundial de computadores. Hoje tudo está ligado à internet, não só na área médica. Imagine que o paciente tenha uma pulseira com sensores, ou ainda um tênis ou óculos que esteja ligado à internet. Dessa maneira, esses dispositivos enviam informações em tempo real para sistemas de saúde, para colega de informações. Se o seu celular for um iPhone, já há um aplicativo integrado que mede sua frequência cardíaca, o sono e até quantos passos você deu em um dia, ou se subiu escadas, por exemplo. A partir daí, com dados coletados diariamente, surgem gráficos e tendências de comportamentos. É aí que está a internet das coisas aplicada na área da saúde.

Nanorrobôs e robôs cirúrgiões

Quando falamos em nanorrobôs, estamos nos referindo a nanotecnologia. Ou seja, máquinas infinitamente pequenas que conseguem identificar e eliminar células cancerígenas de dentro do corpo de pacientes. Isso é um avanço tremendo no combate ao câncer. No entanto, quando falamos de robôs, também é preciso comentar sobre a utilização dessa tecnologia em operações cirúrgicas. Os primeiros cirurgiões-robôs surgiram em 1998 e ajudaram a reduzir o trauma de uma cirurgia. Ou seja, eles são menos invasivos que os métodos convencionais. Atualmente, o robô-cirurgião mais famoso e utilizado por mais de 43 mil médicos no mundo é o Da Vinci. Esse equipamento melhora e muito as habilidades manuais e visuais do médico durante uma cirurgia. O Da Vinci é controlado por meio de um console similar ao de um videogame. O Da Vinci tem quatro braços robóticos e transmite imagens em 3D do interior dos pacientes.

Os pacientes só tem a ganhar

Como você pode ver, a tecnologia é uma forte aliada da área médica. Ao contrário do que muitos pensam, nunca vai substituir o ser humano nos procedimentos e atendimentos médicos. Será sim um suporte e complemento para dar mais precisão, agilidade e atendimento humanizado na área. Em resumo, gostou de saber mais sobre a medicina do futuro? O que você acha de conhecer as melhores faculdades da área no Brasil? Acesse o blog Vai de Bolsa e tenha acesso a muito mais informações.
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